Psicoterapia Breve

A Psicologia é o ramo da ciência cujo objeto de estudo é o comportamento. Três são os pilares da Psicologia: a Psicanálise, a Gestalt, e a Filosofia Existencial Humanista.

A psicoterapia é mais aplicada, individualmente e é a práxis do conhecimento psicológico. Várias são as suas abordagens: Gestalt, Psicoterapia Existencial Humanista, Psicoterapia Analítica, Psicoterapia Sistêmica, Psicoterapia Familiar, Psicoterapia Cognitiva, Transpessoal, Psicoterapia Breve e outras. Todas, úteis no trabalho psicoterapêutico.

A abordagem psicológica na clínica de uma forma geral, limita-se à escuta ativa, à devolução, orientada no sentido de ajudar as pessoas a se auto-conhecerem, sendo estimuladas a falar sobre seus conflitos e problemas psíquicos, possibilitando a ocorrência de “insights” que podem ajudar o cliente à superar os seus problemas.

A Psicoterapia Breve Ericksoniana, utilizando de todo o conhecimento da Psicologia e dos instrumentos acima citados, se assessora também de outros recursos chamados de técnicas ou instrumentos como os da PNL – Programação Neurolingüística e da Hipnose Ericksoniana, no seu mister de ajudar as pessoas a superarem suas limitações e problemas psíquicos.

O termo breve, não delimita o tempo a priori, mesmo porque cada caso é um caso e cada pessoa é única. A Psicoterapia Breve através da utilização de técnicas específicas, pode, ajudar a pessoa a superar suas limitações, num prazo menor. Exemplo disso são os resultados alcançados com a utilização da Integração de Âncoras e do SWISH para ajudar a pessoa a neutralizar traumas e fobias, sem a prevalência de substituição de sintomas.

Obviamente que para a utilização dos mesmos, há a necessidade de antes se estabelecer um clima de empatia e confiança entre o psicoterapeuta e o cliente (Rapport).

O estabelecimento do rapport na psicoterapia é equivalente ao da transferência no processo psicanalítico.

A Psicoterapia Breve Ericksoniana portanto é uma das possibilidades em psicoterapia, fundamentada nos Princípios Ericksonianos, que inicia-se com a identificação dos níveis neurológicos nos quais explicitam-se os sintomas, direcionando a atuação e a utilização de instrumentos específicos (exercícios), que através de feedbacks, podem otimizar o tratamento.